Copa 2018: quando a tecnologia entra em campo…

Quem em pleno 2018 consegue achar um mercado que não tenha sido transformado pelo digital? É claro que a tecnologia não podia ficar de fora do bilionário universo do futebol, ainda que esse fosse um setor bastante resistente a mudanças. A tecnologia auxilia nos processos, aumenta a realidade e melhora a experiência dos diversos fenômenos modernos.
Muito antes da Copa começar, já tivemos a experiência de gerenciar a coleção de figurinhas do álbum oficial por meio de um aplicativo, o “Coleciona”. Os bolões online também estão a todo vapor e as rodas de comentaristas durante os jogos agora tem interação pelo Twitter ao vivo com internautas, a chamada Segunda Tela.
Porém, a Copa de 2018 está ainda mais tecnológica, já que em março desse ano a Fifa e o International Board aprovou a utilização do VAR (Video Assistant Referees, ou arbitro de vídeo) na competição. Essa tecnologia consiste em câmeras estrategicamente colocadas que passam informações para o relógio do juiz, que vibra quando a bola tiver passado o limite do gol e permite também que o arbitro evite em erros em lances polêmicos.
Além dessa, há outras tecnologias já usadas no esporte, a Premier League da Inglaterra, utilizou o Hawk Eye, ou Olho de Falcão, já bem conhecido no tênis, que é uma câmera que desenha a trajetória da bola. Há também sensores nas traves e chip com GPS na bola. Com isso, o futebol fica mais justo e o arbitro tem toda ajuda necessária para não cometer mais erros. ”Estamos em um momento bem especial. A tecnologia vai qualificar o jogo. Não vai ter como errar”, diz Eduardo Conde Tega, CEO da Universidade do Futebol, organização que estuda o esporte.
Mas nem tudo são flores, há quem diga que a essência do futebol está em discutir esses lances duvidosos e questionar os árbitros. Rivelino chegou a dizer que isso apagaria a magia do futebol e que se tudo usar tecnologia não precisa nem de juiz.

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