Dispositivos de realidade virtual não empolgam público, mostram dados

Dispositivos de realidade virtual não empolgam público, mostram dados
Enquanto as gigantes da tecnologia como Microsoft, Facebook e até a Intel apostam em headsets de realidade virutal (VR, na sigla em inglês), o mercado parece não estar até o momento tão aquecido assim.

O número de usuários com o HTC Vive no Steam cresceu míseros 0,3% em julho em relação a junho deste ano e se manteve estagnado em agosto. A situação não é muito diferente com o Oculus Rift, considerado por muitos o grande competidor e responsável pela guinada e crescimento da VR. O acessório também apresentou um crescimento em sua base de usuários de 0,3% em julho e de somente 0,1% em agosto.

Os dois últimos meses foram os primeiros nos quais os óculos da HTC e da Oculus estavam disponíveis, de fato, ao consumidor final e podem ser vistos como um termômetro de receptividade das novidades.

O que impede a popularização destes dispositivos? O precinho para quem deseja ter uma experiência com realidade virtual ainda pode ser o grande impeditivo, uma vez que os óculos variam de US$ 599 (R$ 1,9 mil) a US$ 799 (R$ 2,5 mil). O HoloLens, desenvolvido pela Microsoft, custa nada menos que US$ 3 mil (R$ 9,2 mil). Juntamente com o preço realmente proibitivo, a falta de um marketing pesado em torno da novidade e o fato de não existir nenhum app incrível ajudam a estagnar a novidade.

Apesar do baixo crescimento registrado, um analista prevê que a empresa de Bill Gates e a Intel vão dominar o mercado em 2017.

Fonte: http://bit.ly/2cPXJ6T

Comentários

Seu endereço de email não será publicado.